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Coveiro que bateu em mulher por 4h e disse que cavaria a cova dela é solto pela Justiça


O coveiro de 25 anos, detido em flagrante por agredir a companheira e afirmar que
“a próxima cova que cavaria seria a dela”, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte
, recebeu liberdade provisória após audiência de custódia realizada neste domingo (12). Conforme apuração da Itatiaia, nesta segunda-feira (13), pela manhã, ele já havia sido solto.

O crime ocorreu na madrugada de ontem, por volta das 2h, em uma residência no bairro Palmital. Segundo o Boletim de Ocorrência (B.O.), o suspeito agrediu a vítima com socos, chutes, puxões de cabelo e golpes com um pedaço de pau, após um desentendimento motivado pelo consumo excessivo de álcool.

As agressões teriam se estendido até por volta das 6h40, quando o homem saiu para o trabalho — ou seja, foram cerca de quatro horas de violência.

A Polícia Militar (PM) foi acionada, constatou as lesões e realizou a prisão do autor em flagrante no local de trabalho dele, o Cemitério Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline, na Região Norte de Belo Horizonte.

Ainda segundo o documento, a mulher relatou que convive com o homem há cerca de seis anos, com quem tem uma filha de dois anos, e que as agressões são frequentes, principalmente quando ele faz uso de álcool ou drogas.

Ela também contou ter sido ameaçada de morte durante a briga — momento em que o companheiro teria dito que “a próxima cova que cavaria seria a dela”.

O Ministério Público (MPMG) se manifestou favorável à concessão da liberdade provisória. Embora o juiz tenha reconhecido indícios de autoria e materialidade, a decisão aponta que “não há elementos concretos que indiquem risco atual ou efetivo à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal”.

Medidas cautelares

A soltura foi condicionada ao cumprimento de medidas cautelares e protetivas, que incluem manter endereço e telefone atualizados até o fim do processo, comparecer a todos os atos processuais, manter distância mínima de 500 metros da vítima e não manter qualquer tipo de contato com ela — inclusive por redes sociais ou aplicativos de mensagens. O descumprimento de qualquer uma dessas determinações poderá resultar na prisão preventiva.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que ele ”se encontra desligado do sistema prisional desde a noite de domingo’’.





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